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22 de Novembro de 2017

16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres

25 de novembro a 10 de dezembro

Alice Bianchini, Advogado
Publicado por Alice Bianchini
há 3 anos

16 dias de ativismo pelo fim da violncia contra mulheres

A campanha teve início em 1991, a partir de uma iniciativa de mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (Center for Women’s Global Leadership – CWGL/EUA). Fundado pela feminista Charlotte Bunch, em 1989, o centro, atua no desenvolvimento de programas para preparar as mulheres para liderança.

A Campanha inicia-se no dia 25 de novembro - declarado como o dia Internacional de Não Violência Contra as Mulheres - e finaliza no dia 10 de dezembro - dia Internacional dos Direitos Humanos. Durante esse período ocorre uma outra data importante: o Dia da Mobilização de Homens pelo Fim da Violência contra a Mulher, Campanha Laço Branco, que acontece no dia 06 de dezembro, data que marca o massacre de 14 mulheres, estudantes de engenharia da Escola Politécnica de Montreal - Canadá, ocorrido, em 1989, por um homem que entendia que mulheres não poderiam ter acesso a cursos de engenharia.

No Brasil, a campanha ocorre desde 2003, quando, nos 16 dias de ativismo, são realizadas ações de mobilização, palestras, debates, eventos e encontros.

Atualmente, cerca de 150 países desenvolvem esta Campanha.

Participe, informe-se sobre as ações que acontecerão em sua cidade.

7 Comentários

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Atitude louvável essa campanha. Mas bom mesmo seria, se não houvesse violência contra a criança, o adolescente, o homem, a mulher, o idoso, o portador de necessidades especiais... E melhor ainda se não houvesse tanta impunidade em favor dos marginais desse país que roubam nosso dinheiro às escondidas em seus gabinetes aveludados, e também em benefício dos assaltantes, latrocidas, dentre outros, que matam trabalhadores todo dia neste país, e estão por aí, impunes, soltinhos, soltinhos, prontos para matarem novamente. Minha opinião sobre machismo é o mesmo que tenho sobre feminismo. Ambos são extremos e expressam o UFC dos gêneros. O que precisamos mesmo é de mais educação de berço. Melhor educação na rede pública de ensino, não essa aberração que existe por aí. E ainda, que as pessoas se tornem mais humanas e respeitosas, aproximando-se mais de Deus. Para as mulheres vítimas de violência, com algumas exceções, lhes aconselho que na primeira agressão denuncie, mas também deixe o agressor. Não caia na lábia dele novamente, pois o que ocorre é muitas delas vão à delegacia de polícia, registram a ocorrência e, posteriormente, frustram o andamento da persecução penal, e voltam a viver com o agressor. Isso o deixa cada vez mais forte e confiante na impunidade. Não se combate esse tipo de violência apenas com lei e com campanha, mas com amor próprio e consciência de sua importância social. continuar lendo

Falou tudo e um pouco mais! continuar lendo

"16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres"
É surpreendente como no Brasil tudo é compartimentado. O que é pior, isso parte sempre, dos que se dizem "intelectuais". Ao invés de se fazer estudos para buscar descobrir os fatores reais e gerais determinante do comportamento humano, busca-se, setorizar, compartimentar aquilo é uno, geral. Agora, comparece a Doutora, preocupada com a violência contra mulheres, quando deveria fazê-lo, no sentido de voltar-se contra a violência geral que assolada a sociedade moderna, voltada para o marxismo-leninismo, onde se vê mesmo, na Faculdade em que estuda ou estudou, ensinando tudo com base na tática gramscista, da mentira, do engôdo, numa busca constante de conflitos entre brancos e negros, macho e fêmea, capitalismo e socialismo, cristo e anticristo, sempre, afastando os valores de cada qual. Como pode de forma sutil hegemonizar o conflito, o quanto pior melhor. Nunca antes, vi ou notei na minha geração se falar em diferenças entre negros e brancos, que a casa colocada em nome da mulher é só dela ou vice-versa, que no casamento um não tem ascendência sobre o outro e vice-versa, que os filhos não deve ser disciplinado pelos pais e por ai afora. Triste realidade, o ser humano está chegando ao fim, caminha para a auto-destruição total. continuar lendo

Qualquer pessoa que achar que a violência contra a mulher é uma coisa normal, deve ser internado urgentemente. Mas então vamos realizar um debate e entender como ocorre essa violência e por que ocorre em mais frequência em países como o Brasil. Quando se defende uma causa não podemos deixar de fora o o quesito: Causa e efeito. Qual será o perfil das nossas mulheres? Quantos tem coragem de denunciar seus parceiros? Se não denunciam, por que não o fazem? Quais são as causas dessas violências? O abandono afetivo pode estar atrelado a uma série de violência, principalmente a física? A forma de julgamento em relação homem-mulher também não poderá causar injustiças de forma mais grave, uma que está sendo praticada por um estado de direito? Isso não geraria um ódio futuramente por parte dos homens, devido a desigualdade de tratamento? Será que o homem também não sofre violência doméstica e humilhações por parte da parceira? Deveremos ignorar o extinto natural do homem ou deveremos criar uma lei que arranquem os dentes caninos de todos eles? Muitos crimes e violências contra a mulher, pela minha vasta experiência, geralmente estão associados ao fator social (pobreza) e cultural (de pai para filhos) e não é através de leis rígidas contra uma das partes que sanarão o problema, mesmo porque isso apenas encarceraria um clã de indivíduos e não resolveria o problema. Podem observar as estatísticas, assim dirão se estou mentindo. Depois da criação da lei Maria da Penha, aumentou-se o índice de homicídios contra a mulher de forma desproporcional. Vou afirmar novamente: Depois da criação da lei Maria da Penha, aumentou-se o índice de homicídios contra a mulher de forma desproporcional Estou mentindo? Outra coisa é a forma de se portar diante uma sociedade violenta em que encontram-se hoje nas ruas, principalmente das grandes cidades como São Paulo e rio um grande número de criminosos á solta, criminosos esses que são capazes de qualquer atentado a qualquer momento e por conseguinte, o que percebemos? Crianças, adolescentes, jovens e até algumas senhoras maduras utilizando trajes que se assemelham ás prostitutas (não estou justificando nenhum dado estatístico. Por favor!). Todos se lembram da pesquisa realizada pelo IPEA (Federal), ao qual os gráficos da pesquisa associaram as vestimentas com os estupros. Inclusive, a opinião dos brasileiros diante á pesquisa foi bruscamente contestado por uma jornalista e obrigou a presidente Dilma Roussef a determinar ao diretor do IPEA que "virasse o gráfico de cabeça para baixo", onde o mesmo veio a pedir exoneração do cargo pela vergonha do ato que teve que praticar e que colocaria seu currículo em questionamento devido a desculpa esfarrapada que teve que dar. Talvez aquele gráfico ajudaria e muito as mulheres a mudarem seus estilos de vida e acreditarem que estamos em um país em fase de degradação social. Mas não...o obscurantismo que e trevas que estamos vivendo está levando milhares de brasileiros ao abismo. Leis não resolvem problemas como esse. O fator social e cultural são os dois parâmetros que aceleram a violência contra as mulheres e um debate incansável pela sociedade discutindo os fatores citados acima pode reduzir e muito, esse agravo que coloca o Brasil na lista mundial de violência contra as mulheres. Julgo meu! continuar lendo

Moço, vc falou tudo! É isso mesmo, em pleno séc. XXI, com tecnologia esplendorosamente evoluída os "seres humanos" que se dizem civilizados ainda se maltratam, maltratam crianças! Não compreendo! Também perdi o interesse por participar de reuniões, debates, seminários...Isso porque acho que o problema real está na falta de atitude das autoridades, há muitos casos que chegam nas delegacias, no judiciário e o sujeito continua ameaçando porque não acredita na punição. Não falo simplesmente, tenho caso assim. Amparados por leis capengas, ultrapassadas e falta de coragem do poder instituído os sujeitos mal resolvidos, os "machos" continuam impondo suas próprias "razões" contra as mulheres que se rebelam do machismo desses imbecis, doentes que são... continuar lendo